Vida

Vida

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Aonde guardamos nossos brinquedos?




“Eita” como o tempo pode ser tão ingrato? Às vezes me pergunto o que fizemos para perdermos tanto nossa infância?
Antigamente tínhamos gosto de ficar na rua até tarde, brincando de bola, pega-pega ... ralávamos o joelho todo santo dia, vivíamos cheios de aranhados, a todo momento arrancávamos a "tampa" do dedão, bebíamos água da mangueira e não guardamos nenhuma sequela por isso!
Antes nosso maior prazer era um jogo de “corrida” no Super Nintendo, era simplesmente passear no Shopping, mesmo que num tivéssemos um centavo no bolso.
O tempo simplesmente passou, será que foi culpa da tecnologia?  Perdemos os hábitos, num sabemos mais o que é assistir desenhos pelas manhãs de sábado. Fato é, deixamos morrer aquela velha criança.
Hoje vemos que não poderíamos mais enumerar nossos amigos, pois tantos ficaram no caminho. Hoje não conseguimos mais tempo para sairmos com todos, dar as mesmas velhas risadas, rir de piadas já contadas, de tombos já vistos.
Perdemo-nos. Sim! Perdemo-nos para nós mesmo, somos frutos de uma juventude egoísta, mesquinha e por que não dizer, nojenta!
Queria ver meus filhos crescendo sem o perigo das ruas, sem a maldade das pessoas, irem à escola cheio de amigos, brincarem no pátio, ser chamada a atenção por correrem no corredor.
Onde escondemos  nossos sorrisos? Onde guardamos nossos brinquedos? Onde deixamos de ser imunes? Em qual gaveta nos esquecemos?
Tenho medo de ver o mundo daqui 20 anos. Talvez a minha criança não esteja preparada para ver tanto ... 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Todo mínimo tem um fim!



Viver-se, sempre na arte da sua própria escolha ...
Imaginando que nada poderia ser para todo e nem bom para todos ...

Sabe quando você olha pra trás e tem vontade de ligar?
Sabe quando você percebe que acabou? Mesmo!
Sabe quando você vê que é tarde para voltar?
Sabe? Talvez nem isso saibamos ...

é complicado aquele momento que vemos que estamos perdendo,
é intenso, suspenso ...

Ainda assim, sente-se aquela vontade de seguir, vivendo, infelizmente não podendo mais mudar, pois é aquilo que realmente queríamos estar fazendo ...

Fazendo, mas desta vez não por nós, e sim pelo outros, talvez outro(a).

Amar só que desta vez a mim mesmo, a menos que este pouco tenha feito a diferença, mas seja sincero, nem mesmo você acredita nisso ...

domingo, 26 de agosto de 2012

Tava tudo ali!



Como se tudo estivesse errado, eu fiz o certo ficar duvidoso!
Como se nada fosse nunca tão frequente, eu fiz do errado, meu acerto!
Como se aquilo tudo fosse um breve pensamento, simplesmente passou!

Parece que eu deixei tudo tão distante, por um breve tempo ...
Tudo se foi pra tão longe ... e de repente ... tava tudo ali.

Tomar um rumo, por mais que estranho ele pareça,
mudar os ares, por mais poluídos que eles estejam,
cair,
levantar e cair, 
sem mais,
pois tudo isso faz parte do meu breve show
meu nome: VIDA