Vida

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Estranho, mas comum.



Acordar como todo dia,
Dormir como a cada noite,
Pensar como a cada momento,
Fazer como a cada ato.

Impossível descrever aquilo que não tem forma, aquilo que não se vê, mais que impossível eu diria improvável.
Vontade de fazer tudo voltar a ser aquilo que um dia foi, mesmo que isso não tenha sentido e nem me faça sentir melhor, simplesmente por um ter feito e ter sido bom um dia.

Quero acordar e estar ótimo
Quero estar ótimo quando estiver mal
Quero ser mal quando a moda for bem
E ser o bem quando tudo for desilusão

Podemos mostrar nosso medos, expressar nossos desejos, oferecer nossa sensações,
mas do que realmente gostamos?

Qual o maior ato? O de ganhar, ou o de saber onde está nosso erro?

Simplesmente tão estranho, que nem mais estranho minha confusão.

Vou seguir, triste, confuso, mas convicto que tudo que faço é o melhor, se pra mim não sei, mas o melhor ...



Um comentário:

  1. “Imaginem um mundo de coisas limpas e bonitas onde a gente não seja obrigado a fugir, fingir ou mentir. Onde a gente não tenha medo nem se sinta confuso (não haverá a palavra nem a coisa confusão, porque tudo será nítido e claro), onde as pessoas não se machuquem umas às outras, onde o que a gente é apareça nos olhos, na expressão do rosto, em todos os movimentos.”

    Caio Fernando Abreu

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