Vida

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Talvez o mais importante: o medo!



De repente vejo algo que me chama a atenção ...

...


Hoje vejo que passamos a valorizar as pessoas que menos nos valorizam ou as mais querem que pensemos isso ...

Desde o começo estive preparado para suas armadilhas, suas palavras, sua forma difícil de gostar, e de expressar que estava se envolvendo.

Não me deixei levar, sempre olhei com olhos de maldade, mas não me fechei.

Brigou comigo! Falou comigo, como se nada tivesse acontecido.

Soube usar suas palavras, soube envolver de fora, me fez mostrar aquilo que gostava, aquilo que admirava e foi me cercando, pouco a pouco.
Entrou pela porta frente e sentou, acomodou-se, brincou de estar apaixonado, esteve sempre assim no momento que quis ... Me fez pisar em suas armadilhas, me fez entrar nas portas que você queria e me mostrou a saída, a sua saída.

Foi passando, porta em porta, janela por janela, foi dizendo pouco e envolvendo muito ... 

De repente eu estava me sentindo um amigo intimo, me contou o que eu queria ouvir, me ouvir, aquilo que me faria pensar o que quisesse ... Foi brincando de seduzir e assim o fez ...

Posso perceber a verdade de seus gestos, a diferença de suas palavras. Não mudou, continua o mesmo grosso, o mesmo "estúpido", o mesmo envolvente "olhar", me falou muito e aquilo que mais queria que eu ouvisse, falou baixinho, o suficiente para que ouvisse e o suficiente para lançar sua armadilha, armadilha esta que nem mesmo você planejou, letal, que gera um medo da descoberta, um medo do medo, um medo de se certo, simplesmente um medo que provoca, instiga, afasta e faz ser o melhor movimento ...

Vamos dançar ou vamos voltar?

Quando de repente eu olhar pelo retrovisor, já vai estar a 100 por hora, e sem que eu possa ser forte mais uma vez, irá me tomar as palavras e os sentidos. 


Sinto que há muito ainda, mas não vejo nada além de um caminhos de pedras doloridas e gigantes. Seria impossível negar que quero atravessa-lo, estou pisando descalço. 

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